
Sobrevivi ao desafio (leia o post abaixo). Ao menos fisicamente, estou aqui. Outra parte de mim, esta quieta. Não sei. Estou zonza, feliz, arrependida, orgulhosa, amedrontada, impaciente. Nunca antes estive tão perto de um medo, respirando o mesmo ar.
Sei como é ser Prometeu, acorrentado na montanha: a águia vem – castigo divino – e lhe devora o fígado. Depois de toda dor, o órgão se regenera (Prometeu é imortal) para, na manhã seguinte, novamente ser devorado.
Hoje à noite, levarei o carro pra casa. Novamente, seguirei alguém.
Eis meu fígado exposto. Minha fratura.